Angelim é contra os 3,6 bilhões para o fundo eleitoral, o distritão e a doação oculta.

Angelim é contra os 3,6 bilhões para o fundo eleitoral, o distritão e a doação oculta.

Angelim é contra os 3,6 bilhões para o fundo eleitoral, o distritão e a doação oculta.

O deputado Angelim se posicionou nesta manhã (16) sobre a Reforma Política que está sendo discutida na Câmara dos Deputados.

"Num período de intensas críticas ao atual sistema político, de baixa credibilidade e do processo de judicialização e criminalização da política e dos políticos, não é razoável se propor uma reforma política, debatida em gabinetes e jantares, sem ouvir a sociedade brasileira por plebiscito ou outra forma de consulta popular.

Ao tempo em que se cortam salários de trabalhadores, se propõe teto de início na carreira pública, se corta recursos de áreas prioritárias da gestão pública como saúde, educação, bolsa família, saneamento, habitação, não é correto se propor 3,6 bilhões de reais, com o pomposo nome de Fundo Especial de Financiamento da Democracia, considerado por alguns juristas como inconstitucional, para custear campanhas eleitorais.

Outra proposta reprovável é a doação oculta, cabendo ao próprio doador decidir se quer ficar oculto ou não. Ora meus Senhores, o correto é que seja dada transparência total ao processo eleitoral. É ético e certamente é o que a sociedade espera de cada um de nós.

Quero também deixar claro minha posição contrária ao “distritão”, por ser prejudicial ao fortalecimento dos partidos e ao surgimento de novas lideranças na política.
Por fim, reconhecemos que recursos são necessários para as campanhas, mas temos que buscar alternativas para torná-las mais baratas, priorizando campanhas eleitorais baseadas em propostas de trabalho, que tenham conteúdo propositivo, e, principalmente, mantendo um sincero e amplo diálogo com as pessoas."

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